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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

UM BENTO SOBRE A FILOSOFIA NO BRASIL

- Ando, por um daqueles acasos de livraria e minha palpitante e incontrolável curiosidade, estudando a obra e os textos de Bento Prado Junior e tenho ficado a cada dia mais alegre ao fazer isto. Com toda minha admiração por outros filósofos brasileiros que tenho em altíssima conta como Bornheim, Brum Torres, Balthazar agora se soma o Bento e que alegria nisso, com a tristeza de não poder mais assistir suas aulas ou exposições, debates ou provocações ao vivo. E imagino um grande teatro se ensaiando no encontro entre estes quatro. Em cada ensaio dele que leio, datado e tematizado encontro um grande diálogo também com meus outros mestres suas lições e diabruras e sorrio por dentro contemplando como um velho jogador de botões as posições na mesa, a pelota e o quadro inteiro. E como se desenha melhor para mim a história da filosofia brasileira dos anos 50 para cá com a posição ao mesmo tempo extrema e central dele no tabuleiro seus movimentos e me parece um gerador quase inacreditável do que o Paulo Eduardo Arantes chamou de um estilo. Não me é tão distante contemplar uma imagem e um certo desenho e perceber que só nos seus ensaios já se vislumbra isso. Quero ver ao longo do ano quando tomar em mãos suas obras sobre Bergson e Rousseau. Deixo aqui então esta dica....que é somente uma pequena e profunda distração muito orientadora e clarificadora para aqueles que se formaram na geração dos anos 80 e 90.

DO RISO E DO GRACEJO: ESBOÇO OU NOTA DE UM PREFÁCIO

O riso é uma das atividades mais nobres e simplórias do homem, visto que é facultado a todos e mesmo àqueles que tem manifestamente alguma dificuldade para gracejar, o fazem silenciosamente com a boca cerrada, na certeza de ampla impunidade, mas de duvidosa e aparentemente insuspeita desconfiança dos demais, posto que sei sintoma emocional se apresenta também nos cantos da boca e no movimentar cintilante de alguns olhos graciosos. Sua superioridade ou inferioridade pode porém ser apenas ilusória. E isso, este riso, ocorre ou como sinal de satisfação ou como uma espécie de desafogo perante a tristeza. Bergson percebeu em seu famoso ensaio que ele é sempre intensional e que contrasta com a realidade que enfrentamos, nos diferenciando e destacando do mundo das coisas e dos demais seres incapazes disto. Neste último efeito, assim entendo, o vemos já como uma estratégia da consciência ou do que alguns chamam do limiar entre consciência e inconsciente cujo traçado irônico inclui e exclui certas coisas a medida que evoluímos moralmente o que passamos a encarar tudo aquilo que se passa em nosso pensamento como objeto de juízo, aprovação, reprovação, correção, negação ou afirmação com mais ou menos palavras segundo nossa inspiração e imaginação nos ajudam a refertar. Freud tratou o riso sob o nome e a forma de chistes e dizia em uma obra sua que ele é um mecanismo pelo qual liberamos impulsos socialmente reprimidos, frequentemente relacionados ao sexo e à agressividade. Isso nos leva, então, ao meu ver e poupando vocês que me lêem de detalhes e exemplos que corroborem isso a dois motivos do riso: um primeiro que é o não poder dizer e um segundo que é apenas substituir as palavras por um gesto. Numa das passagens que mais me emocionou ao ler e ao assistir no livro e no filme O Nome da Rosa, de Umberto Eco, ocorre aquela revelação decisiva e surpreendente aos leigos e inocentes de riso fácil de porque certas obras de Aristóteles e outros gregos e romanos eram proibidas: porque causavam intenso prazer e colocavam seus leitores às gargalhadas, revelando, dos homens que as lêem, facetas pouco sérias e verazmente, na opinião da moralidade elevada e altamente repressiva,  muito diabólicas e de altíssima ou baixíssima, seria melhor dizer neste caso, periculosidade. E assim o riso foi enquadrado na categoria de um  mal e de um mal maior. Devo reconhecer que me aborreço com o riso cínico e irônico, desrespeitoso e debochado á qualquer preço ou por qualquer coisa, porém, devo admitir que mesmo em mim que me pretendo sério – e que poderia dizer – tento me levar muito a sério, me ocorre todas as formas de riso do mais singelo ao canto da boca – tal qual uma Mona Lisa levemente graciosa e eternamente gracejante – às gargalhas mais histriônicas. E ainda tenho o terrível e malévolo defeito de falar rindo, que me foi e é repetidamente apontado por alguém muito próximo e que nem sempre consigo impedir ou corrigir, de tal modo que alguns sofrem para entender o significado do que digo, pois minha pronúncia e dicção prejudicada de vocábulos, silabas inteiras, palavras e frases fica ininteligível e seu sentido passa a ser impensável por meus interlocutores, ainda que eu tenha em meu sentido interno a mais ampla convicção de estar apenas a temperar com graça minhas palavras e rir de mim e das coisas que digo. Isso, porém, não significa que minha auto-ironia não seja limitada, nem que eu aceite piadinha de mau gosto todo o tempo em que decorre meu dia, meu mês, meu ano, décadas e minha vida.      

Espero poder rir também do que reúno aqui... 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

SOBRE MORALIDADE, COGNIÇÃO E JUÍZO: UM EXEMPLO

Um jovem parou seu carro, aproximou-se da vítima e socorreu um motoqueiro acidentado, nos deixando embevecidos na estrada. À primeira vista tudo que ele fazia era necessário e decorria de muita humanidade. Observamos que ele era gentil com a vitima, pois segurou a cabeça do acidentado até os socorristas chegarem. Observei, depois, que ele havia movido a cabeça do acidentado para o lado de modo que o mesmo conseguisse respirar sem se sufocar com o sangue que lhe enchia a boca. Depois minha esposa me alertou que não bastava a intenção humanitária do jovem, pois ele não possuía conhecimento algum de primeiros socorros e que talvez estivesse apenas contribuindo para agravar o dano na coluna cervical do acidentado e, além disso, talvez ao movê-lo de lado acabou por perfurar-lhe ainda mais os pulmões e agravar a asfixia. E, bem assim, poderíamos seguir na análise do exemplo. Graus diferentes de conhecimento e graus diferentes de intencionalidade moral, com consequências diferentes. O caso é este e a situação exige de nós juízo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O FILÓSOFO E O ERRO

O FILÓSOFO E O ERRO

Deve haver algum sinal mais claro do que é boa filosofia ou do que é uma filosofia que vale a pena ainda ser lida e estudada, interpretada e compreendida, mas começo a desconfiar que todo bom filósofo e boa filósofa comete um erro providencial e libertador que é não compreender completamente o passado e a tradição, não aceitar conformadamente o presente e a última moda em Paris, ou Londres, ou NY, ou Berlim, ou São Paulo, e etceteras, e no apagamento de um gênio qualquer procurar aquele que expressa na pontinha miúda de um fresta, no dedo mínimo de um corpo, nas entrelinhas ou detalhes de um pé de página ou mesmo no núcleo duro de uma teoria, um sopro ou um pequeno espaço de liberdade para se olhar para o futuro e encontrar algo verdadeiro ou possível, e quando isso acontece nos damos conta da necessidade de enfrentar mais uma vez de um modo novo mais uma linha ou outra de um Platão, um Aristóteles ou mesmo um pré-socrático qualquer para ir de novo ao passado com a cabeça no futuro e quem sabe sair do tempo presente ou linear e encontrar cm algo antes não visto ou jamais percebido. E neste parágrafo só falei de uma impressão superficial de que a filosofia também persiste por um erro e uma repetição do mesmo erro até que se encontre um acerto digno de nota.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

REBATIMENTO E EFEITOS ENTRE A FILOSOFIA E MUNDO REAL: A PARTIR DA ENTREVISTA DE RAE LANGTON

Nesta entrevista Professor Rae Langton: the world’s ‘fourth most influential woman thinker’, a filósofa Rae Langton, a partir das consequências  reais e legais de uma discussão da sua análise e de sua concepção de "consentimento" nas relações sexuais, dá  em seus termos - aqui traduzidos - um exemplo do que tenho chamado de "rebatimento" (termo tirado de alguns textos e aulas de Brum Torres nos anos 90). 

Eu uso como "rebatimento" entre a filosofia e a história (ou mundo real) assim:  "a filosofia poderia, talvez, ter mais de um efeito sobre o "mundo real". Tão importante quanto isso, o 'mundo real' pode ter mais de um efeito sobre a filosofia; precisamos ter pessoas reais em mente, em nossa teorização filosófica ". 

Os efeitos correspondem, ao que eu chamei de lances de um jogo de tênis. Saque-resposta, cabendo às vezes à filosofia e às vezes à história ou mundo real dar início a uma partida, um game ou set. Minha aplicação disto na interpretação dos "lances" na filosofia moderna não está preocupada com quem dá o primeiro lance, mas sim em tomar um fragmento ou conjunto da jogada ou do rallie e observar a qualidade dos efeitos e o tipo de resposta e pergunta apostos para a filosofia - ou este filósofo ou esta filósofa ou outra e a realidade. 

Me parece que aparecem mais qualidades quando começamos a observar isto não com o efeitos causais, mas sim com lances, provocações, à vezes insinuações que geram interpretações e respostas....

Uma das experiências mais legais foi ficar observando o diálogo entre as teorias de Locke e as leis e medidas inglesas de 1689 e depois na própria Declaração da Independência dos EUA e nas discussões preparatórias dos chamados pais fundadores. Ao mesmo tempo, me parece interessantíssimo olha para a tradição política inglesa com um olho mais atento para a relação Locke e Hobbes com a história política da Inglaterra. O "rebatimento" e o jogo de ambos é notável e mostra mais uma vez como o pensamento filosófico pode ser um móvel dinâmico na realidade. Seja numa preparação, seja na consolidação de uma mudança ou de alguma nova medida na sociedade. 

O que, por fim, não é privilégio dos filósofos profissionais, haja visto que podemos considerar como pensamento ou filosofia também idéias produzidas pro outros tipos de intelectuais e profissionais de outros metiês.

domingo, 21 de junho de 2009

OS FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS - RESUMO

Os Filósofos Pré-Socráticos

1. Tales de Mileto - O Fundador - 624-545 a.C. - ácme: 28 de maio 585 a.C., com o eclipse - o arché é a água - há deuses em todas as coisas - a terra flutua sobre a água - previsão astronômica de um eclipse do sol - participou da vida política e militar da sua cidade - solução de diversos problemas geométricos - uma teoria para explicar as inundações do Nilo - Aristóteles o considera fundador da filosofia - ;

2. Anaximandro de Mileto - O Discípulo - 610-547 a.C. - o arché é o Ilimitado - discípulo e sucessor de Tales - dado que todas as coisas são geradas, limitadas e corruptíveis - a harmonia entre o Ilimitado (Apeiron) e os Limitados (peiras) é a Justiça - o real não tem origem num particular - o limitado não é a origem das coisas - ;

3. Anaxímenes de Mileto - O Com-discípulo - 585-528/525 a.C. - o arché é o ar - o ar é um elemento vivo - o ar constitui as coisas através da rarefação e da condensação - a condensação nos leva até a pedra, a rarefação até o ar - uma condensação progressiva leva ao vento, às nuvens, à água, a terra e finalmente à pedra - a lua recebe sua luz do sol -;

4. Xenófanes de Colofão - o Rapsodo - 580/577-460 a.C. - o arché é a terra - contra o antropomorfismo dos deuses - só há um Deus - da terra e da água é gerado o homem - Deus é um, não gerado, eterno, imutável, imóvel - Deus é puro pensamento - ;

5. Heráclito de Efeso - O Obscuro - Aristocrata - acme entre 504 e 500 a.C.- o arché é o fogo ¬- abdicou aos direitos de participar do governo - oposição a Xenófanes - uma unidade fundamental de todas as coisas - o movimento é a luta entre os contrários - o cosmos é combate harmonioso entre os opostos - há movimento - há mudança - não se põe o pé duas vezes no mesmo rio - o ser e o vir a ser - a sabedoria humana pode ligar-se ao logos - o logos é a inteligência divina que governa o real - o Sol tem a largura de um pé humano - os sentidos enganam - as coisas mudam - ;

6. Parmênides de Eléia - O Lógico - 530-460 a.C. - o arché é o éter - o ser é um - tudo é um - pós-pitagórico - a unidade formal - distinguir a verdade da opinião - o caminho da noite e o caminho do dia - fora do do ser o não-ser nada é - o ser e o nada - pensar e ser é o mesmo - dois caminhos de investigação o do ser e o do não ser - o caminho do ser é o caminho da certeza e conduz à verdade - o caminho do não ser é imperscrutável - deve-se pensar o ser - definir o ser é encontrar a medida do pensar - “o congelamento” -;

7. Zenão de Eléia - O Dialético - acme entre 464/461 a.C. - tudo é um - é impossível demonstrar a multiplicidade das coisas - díscipulo de Parmênides e defensor de sua doutrina - conspirou contra um tirano e foi morto - espírito polêmico - introduz o método da refutação indireta das teses dos seus adversários - isso se faz admitindo o que o adversário afirma e mostrando que isso leva à contradições - o resultado é a anulação da tese - esse recurso é designado também de redução ao absurdo - Aristóteles o considera fundador da dialética -:

8. Pitágoras de Samos - O Matemático Místico - acme em 530 a.C. - o número é a medida de todas as coisas - Esoterismo - Ascetismo - doutrina da transmigração das almas - a Harmonia do mundo - a medida do número é o primeiro princípio - o número ( a medida) é a causa da relação em harmonia das coisas -;

9. Alcméon de Cróton - O Discípulo - acme início sec. V a.C. - díscipulo de Pitágoras - a imortalidade da alma - médico - usa a tábua dos contrários pitagórica - examina os corpos vivos - pois das coisas divinas e das coisas mortais só os deuses tem um conhecimento certo, aos homens é permitido apenas conjecturar - os homens distinguem-se dos demais seres ( como os animais) porque, além de perceber, compreendem - construção de hipóteses e conjecturas - enfrenta o problema dos enganos dos sentidos e da percepção - podemos abordar a multiplicidade das coisas separando-as em pares - os homens morrem porque não conseguem unir o princípio ao fim - ;

10. Melisso de Samos - O Guerreiro - acme em 441 a.C. - filósofo e político - é o comandante que derrota a esquadra ateniense - também polêmico e defensor de Parmênides - o todo é imóvel - não há movimento - o ser e o nada - o um é o eterno e o ilimitado - o vazio é o não ser - não há vir a ser - o que é sempre é - a unidade material - nada que tem princípio é eterno ou infinito -;

11. Empédocles de Agrigento - O Físico-Místico - 490-435 a.C. - acme em 450 a.C. - influenciado pelos eleatas e os pitagóricos - duas forças na natureza: amor e ódio - há quatro elementos originais: água, terra, fogo e ar - há geração e corrupção entre os seres - defensor da democracia -;

12. Filolau de Cróton - O Transmissor - acme ao final do séc. V - pitagórico - defensor da tirania - escreveu um livro sobre a doutrina pitagórica que foi lido por Platão - a natureza é ordenada no cosmos com elementos limitados e ilimitados -;

13. Arquitas de Tarento - O Matemáticco - primeira metade do século IV a.C. - é um pitágórico - trouxe desenvolvimentos à Matemática, Mecânica e Música - a Aritmética é predominante em relação às outras ciências - ali aonde a Geometria falha, a Aritmética apresenta demonstrações - a Aritmética expõe as formas, se é que existe uma tal ciência das formas -;

14. Anaxágoras de Clazômenas - O Rei da Ágora - 500-428 a.C. - o arché é o Nous - viveu trinta anos em Atenas - é fundador da primeira escola filosófica de Atenas - físico, matemático e astrônomo - descobertas astronômicas diversas - por negar a divindade do sol e da lua é acusado na Ágora de impiedade com os deuses - foge então com o auxílio de Péricles seu protetor e discípulo - era conhecido pelo seu despreendimento frente ao mundo - os princípios são infinitos - a multiplicidade é ilimitada - o ilimitado, entretanto, não pode ser representado - em cada coisa há uma porção de cada coisa - o espírito (Nous) é ilimitado e autônomo - o Nous é a inteligência universal que tem a verdade - o Nous ao contrário das coisas não é limitado por nada - ;

15. Diógenes de Apolônia - O Eclético - vive na segunda metade do século V a.C. - o arché é o ar - um elemento ilimitado e há mundos ilimitados e o vazio ilimitado - a terra é esférica - contemporâneo de Anaxágoras - procura explicar a multiplicidade das coisas - explica isso através daquilo que é chamado de ar pelos homens - é o Deus que atinge tudo, dispõe de tudo e está em tudo - deve-se partir no discurso do que é incontestável - todas as coisas são a mesma coisa - essa mesma coisa se diferencia nas coisas - os homens e os outros seres vivem da respiração do ar - o ar é para eles a alma e a inteligência - uma coisa não participa dele da mesma forma que as outras coisas -o ar é imóvel e é dele que nasce cada coisa, por condensação, rarefação ou mudança de estado - faz também uma teoria fisiológica relativa à circulação do sangue -;

16. Leucipo de Abdera - O Atomista - nasc. circa 500 a.C. - acme 430 a.C. - contemporâneo de Anaxágoras, dos Sofistas e de Sócrates - é considerado por Aristóteles o criador da doutrina dos átomos - nada deriva do acaso, mas tudo de uma razão e sob a necessidade - todas as coisas são ilimitadas e se transformam umas nas outras - o universo é ilimitado com uma parte cheia e a outra vazia - os átomos são os seus elementos - há nascimento do mundo, mas também perecimento e ruína - o movimento é eterno -os átomos movem-se chocando-se mutuamente e rechaçando-se uns aos outros - a alma é feita de fogo - a percepção e o pensamento são modificações do corpo -;

17. Demócrito de Abdera - O Atomismo - cerca de 460-370 a.C. - bastante viajado - discípulo e sucessor de Leucipo - é conhecido pela sua fecundidade (aprox. 90 obras ) e largo sorriso - considerado o sistematizador da doutrina Atomista - a realidade é composta de átomos e de vazio - a combinação dos átomos, que são infinitos em número e imperceptivelmente pequenos, explica os fenômenos - com átomos se pode explicar também a percepção e o conhecimento - escreve também sobre ética, política e educação.

OS FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS. Org. Gerd Bornheim. 5a. ed. São Paulo: Cultrix, 1985.
OS PRÉ-SOCRÁTICOS. In: OS PENSADORES. Vol. 1, 1a. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

PS.: Resumo produzido em 1997 para os alunos da Escola Técnica da UFRGS. Em uso até hoje.