domingo, 22 de janeiro de 2017

PARA MEUS COLEGAS E CONTEMPORÂNEOS DE FORMAÇÃO

Em especial Renato Duarte Fonseca. Marcelo Villanova, Eduardo Vicentini de Medeiros, Marco Weissheimer, César Dos Santos. Mauro Engelmann, Alfredo Storck et alii.



A meia idade que vivemos pode talvez ser muito diversa em cada um de nós, mas nossa formação comum e certa sensibilidade, percepção e reflexão comum sobre o tema da vida e do que realmente importa nela nos torna de certa forma um pouco mais importantes do que gostaríamos para os demais seres humanos. Podemos rir muito por diversos motivos e causos em comum, mas temos um senso de gravidade - e agora a palavra ecoou na tevê também - e de responsabilidade sobre a sociedade em que vivemos. Não conseguimos mesmo nos furtar de ter que responder ao mundo em que vivemos.

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