domingo, 5 de junho de 2016

O PENSAMENTO: REVISITANDO 2011

É grande a tentação de respondermos a pergunta sobre o que é o pensamento com uma definição que o distingue da linguagem e da realidade. Isso é algo como uma distinção de base.

Esta tendência está instaurada na tradição filosófica desde muito tempo. Ela deve envolver alguma matriz fundamental de análise também.

Tem sido usada constantemente numa didática e numa lógica para demonstrar e comprovar nossas certezas e nossos erros. E as coisas tem corrido muito bem com isto tudo.

Os setores e departamentos tem se mantido distintos e separados nitidamente, cada coisa tem seu lugar e cabe apenas estabelecer as conexões adequadas e comprováveis.

Mas tenho pensado e ainda penso nesta tendência à simplificação da questão do pensamento.

Um caminho fácil e seguro. O método de remover dificuldades de sempre. Mas não deveríamos justamente enfrentar as dificuldades que se dissolvem com as distinções conceituais e as definições seguras?


O pensamento não é nada isoladamente. Não tem existência separada.

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