segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

COM O FSM TEMÁTICO DE 2016 – 21 DE JANEIRO –

MEU DIA FOI BEM LONGO - estive no CONSELHO GERAL DO CPERS.

Estive na semana passada na quarta à tarde, conferindo in loco, os informes, avaliações e encaminhamentos dos nossos representantes e dirigentes sindicais para a nossa luta e resistência. Estive, é claro, dando também um abraço com diálogo com diversos colegas e companheiros de muitas jornadas e conhecendo toda uma nova geração de dirigentes sindicais que estão revigorando e renovando as concepções e construindo novos modos de fazer a política sindical, com novas relações que olhem para a conjuntura não para se lamuriar nela ou criar um pensamento mágico, mas para superá-la e avançar numa estratégia política que organiza o sindicato e vai para além da luta sindical.

Sou um militante sindical que tem absoluta aversão a dois tipos de discursos: o da terra arrasada e o do ufanismo. E creio que é muito bom se fazer uma avaliação bem precisa e não exagerada do nosso ano de 2015 para poder com clareza e precisão continuar a nossa luta de 2016. Para efetivamente barrar o processo de perdas e ataques aos nossos direitos e conquistas precisamos muito fortalecer nossa mobilização e nossas instancias. Para isso precisamos cessar o revanchismo e o irracionalismo entre nós. Por isto, me parece importante mobilizar a categoria e pacificar as relações entre as diversas correntes, reduzir o revanchismo e propor mais diálogo, com mais participação da nossa categoria e mais definição coletiva dos nossos rumos. E mais respeito as instâncias e à democracia e liberdade sindicais.

E neste sentido concordo integralmente com a fala da nossa Presidenta do CPERS - Helenir Aguiar Schürer, nosso papel é informar a s bases e definir com as bases da categoria os próximos passos. Eu sou hoje base da categoria e faço questão de defender respeito às posições de cada militante e de cada educador deste sindicato.

Defendo também que se barre e se diga NÃO ao processo de REORGANIZAÇÃO CURRICULAR, que devemos continuar sim em diálogo e articulados com as demais categorias de SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS e que devemos cumprir integralmente a AGENDA COM AS PROPOSTAS DE MOBILIZAÇÃO PELO SINDICATO QUE SEGUE ABAIXO:

l. Realizar Assembleia Geral no dia 18 de março;

2. Lançar campanha salarial cobrando a Lei do Piso Salarial e emergencialmente reposição de perdas; 

3. Realizar visitas às Escolas nos dias 25 e 26 de fevereiro para discutir a construção da greve, fechamento de escolas, turnos, carga horária e salários;

4. Participar da Greve da CNTE nos dias 15, 16 e 17 de março;


5. Paralisar no dia 29 de fevereiro - Dia de Paralisação Nacional da Educação com aula magna e participação da comunidade escolar.

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